Belém Das Antigas. Praça Batista Campos tinha 150 Poraquês, para evitar banhos.

Praça Batista Campos / Acervo
“Para proteger os lagos artificiais das praças Batista Campos e do Palácio do Governo da ação dos vândalos, o prefeito Lopo de Castro decidiu recorrer, em 1958, a uma providência radical, hoje impensável: o uso de 150 poraquês. A missão dos peixes elétricos era impedir que qualquer pessoa viesse a se banhar nos lagos, ‘construídos unicamente com o objetivo de embelezar os nossos logradouros públicos’ e não servir de piscina 'a marmanjos’”.

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