HOJE É DIA DO DISCO. Via Mizinho Rodrigues.

 “Tudo começa com o tato, sentindo a capa do disco; depois o olfato, sentindo o cheiro característico do vinil; depois a audição, desfrutando do som fiel e limpo que um bom LP pode oferecer, tudo isso envolto em um clima que mistura história, saudosismo, prazer e paixão”. Esses são os sentimentos que só os apaixonados pelo, carinhosamente chamado de bolachão, podem sentir.
Muito além de ouvir música, o que costumo chamar de “Cultura do Bolachão”, nos transporta para um mundo único, distante e prazeroso. Não tem como explicar com palavras, mas a experiência de ouvir uma boa música com vinil é totalmente distante de outro formato.
O Dia do Disco de Vinil foi fundado em 1978, no Rio de Janeiro, em homenagem ao músico Ataulfo Alves, que morreu no dia 20 de abril de 1968. A data serve também para saudosistas, colecionadores e amantes do vinil celebrarem sua paixão pelos discos.
 UM POUQUINHO DA HISTÓRIA DO VINIL
Também conhecido como LP (Long Play), a mídia foi desenvolvida no início da década de 1950. Ela substituiu o disco de goma-laca de 78 rotações ou 78 rpm. Além da capacidade de reproduzir um número maior de músicas, o vinil é muito mais leve e resistente que o seu antecessor.
Além do LP, também existem outros formatos de vinil, os singles ou compactos de 7″ e os EPs de 10″, que são apenas uma versão menor que o formato tradicional e com menor capacidade.
Em 2009, a única fábrica de vinis da América Latina, a PolySom (veja aqui tudo que já publicamos sobre a PolySom), foi reaberta no Rio de Janeiro. Com relançamento de clássicos nacionais, a fábrica também tem feito o trabalho de lançamento de novas bandas.
Hoje em dia é possível encontrar à venda discos antigos famosos, para a alegria dos colecionadores de vinil. Compradas e trocadas, as peças fazem sucesso entre as pessoas que gostam de objetos de outras épocas e são apaixonadas por música.

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